09
Maio
11

O Sal da Língua sugere… Imaginarius e Saramago

O Sal da Língua sugere a peça “The Blind”, baseada no livro de José Saramago “Ensaio sobre a Cegueira”. Esta peça, da companhia polaca KTO, é apresentada pela primeira vez em Portugal na 11ª edição do Festival Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira, que se realiza de 19 a 21 de Maio. São três noites onde será possível ter a rua como palco e a cegueira como proximidade e comunicação. Uma peça e um Festival a não perder.

O palco é a rua que se transforma num subtil bailado de poder, dominação e submissão num inferno branco. A epidemia da cegueira toma conta dos corpos e as camas que entram no cenário assumem diversas metáforas: barcos que navegam, um muro de lamentações, a cruz onde quase se deixa de respirar no meio da tragédia. Não há palavras porque as expressões são intensas. Há músicas, gritos, olhos que vagueiam, dança. Jerzy Zo, director da KTO, encenou a cruzada desses cegos que carregam consigo a desordem social e uma humanidade que sofre por não ver.” (In: Público online, “Os cegos de Saramago nas ruas da Feira”, por Sara Dias Oliveira, 04 05 2011)

11ª Edição Festival Imaginarius

Anúncios

0 Responses to “O Sal da Língua sugere… Imaginarius e Saramago”



  1. Deixe um Comentário

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s


"Poupar o coração é permitir à morte coroar-se de alegria." Eugénio de Andrade
Maio 2011
S T Q Q S S D
« Abr   Jun »
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  
“Sobre Eugénio sobra-me em emoção e lágrimas o que escasseia em palavras. Não há claridade que te descreva, meu querido Eugénio. És o meu poeta de ontem e de sempre. Mantinha um desejo secreto de te conhecer um dia, passar uma tarde contigo de manta nas pernas a afagar os gatos que tanto amavas. Em silêncio, sim, pois sempre foi em silêncio que me disseste tudo ao longo destes anos todos em que devorei as tuas palavras. Tu não poupaste o coração e por isso viverás sempre. Não há morte que resista a isso.” Raquel Agra (13/06/2005)

Blog Stats

  • 140,306 hits

%d bloggers like this: