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Poemas de Eugénio de Andrade lidos pelo autor

No outro dia, em casa de uma amiga, descobri o LP “POEMAS DE EUGÉNIO DE ANDRADE LIDOS PELO AUTOR”, da Editora Orfeu. Aqui fica o desenho de José Rodrigues que consta da capa do LP, para integrar a Galeria de Eugénio no Sal da Língua.

Eugénio de Andrade por José Rodrigues

 

Neste LP, uma edição Arnaldo Trindade& Cia, Porto-Lisboa-Faro, constam, no LADO A, os seguintes poemas: As palavras, Green God, Poema à Mãe, Pequena elegia de Setembro, As palavras interditas, Eros, Litania, Serenata, Lettera Amorosa, Adeus, Escuto o silêncio, A música, Véspera da água, Arte de navegar, Nas ervas, Desde o chão, Nocturno sem figuras, O silêncio, Dissonâncias. No LADO B, por seu turno, constam os seguintes: Sobre o caminho, Sobre os rios, Sobre a cintura, Fragmentos para uma arte poética, Outro fragmento, Homenagem a Webern, Cavatina, Sobre flancos e barcos, Esse verde, Rente à fala, Verão sobre o corpo, Três ou quatro sílabas.


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"Poupar o coração é permitir à morte coroar-se de alegria." Eugénio de Andrade
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“Sobre Eugénio sobra-me em emoção e lágrimas o que escasseia em palavras. Não há claridade que te descreva, meu querido Eugénio. És o meu poeta de ontem e de sempre. Mantinha um desejo secreto de te conhecer um dia, passar uma tarde contigo de manta nas pernas a afagar os gatos que tanto amavas. Em silêncio, sim, pois sempre foi em silêncio que me disseste tudo ao longo destes anos todos em que devorei as tuas palavras. Tu não poupaste o coração e por isso viverás sempre. Não há morte que resista a isso.” Raquel Agra (13/06/2005)

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