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O Verão, enfim…

Estou em vésperas de partir para o Verão, Eugénio acompanha-me a banhos e a caminhadas por cidades e serras e o Sal da Língua, esse, ficará ao vosso cuidado!

Até breve,

Raquel

Eugénio de Andrade (Fonte: LP Poemas de EA lidos pelo autor, Orfeu)

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13 Responses to “O Verão, enfim…”


  1. 3 Bernardo de Brito e Cunha
    Agosto 23, 2011 às 12:52 pm

    Boas férias, para começar.
    Gostava de lhe ter mandado um mail — mas não encontrei, neste blog, forma de a contactar…
    E, pelo que vi (que tenho vindo aqui amiúde, por razões que depois explicarei) é uma pessoa que conheceu Eugénio muito nova e contactou com ele até ao fim, creio.
    Bom. Eu “conheci-o” em 1965, através de uma Antologia que me foi oferecida pelo meu professor de Português da altura, quando descobriu que eu queria escrever versos… Já me passou, descanse!
    Que lhe queria dizer? Que essa “Antologia” se tornou (para mim e para a minha mãe) uma autêntica bíblia, e eu nunca consegui perceber por que foram os poemas de Eugénio sendo modificados ao longo do tempo: uma palavra aqui, um verso inteiro noutro…
    Por isso, decidi fazer uma versão digital dessa mesma “Antologia” de 1965, para a poder ter no meu telefone. E como seria extremamente longo escrever todos os poemas, recorri muitas vezes a este blog — corrigindo, depois, o que não estava conforme o original…
    Temos, pelo menos, um amigo comum. Um abraço, portanto, que amigos é coisa muito difícil de arranjar.

    Bernardo de Brito e Cunha

    • 4 Raquel Agra
      Agosto 30, 2011 às 12:30 am

      Caro Bernardo,
      Obrigada pelos votos de boas férias, em primeiro lugar.
      Em relação a Eugénio, foi de facto um dos primeiros poetas a abrir-me as portas, outros se seguiram entretanto mas Eugénio ocupará sempre um lugar importante. O Sal da Língua surgiu em jeito de agradecimento (ao poeta pela palavra), mas também como uma tentativa de divulgação de uma obra que, a meu ver, escasseia nas livrarias.
      Temos, por isso, um amigo em comum e um espaço de partilha – o Sal da Língua.
      Raquel

  2. 5 Zef
    Agosto 25, 2011 às 5:53 pm

    Boas caminhadas e banhos também. Com sal e sol.

  3. 7 Bernardo
    Agosto 30, 2011 às 12:56 am

    Conhece a “Antologia” (Delfos, 1965, creio) de que lhe falei?

    • 8 Raquel Agra
      Agosto 30, 2011 às 10:06 am

      Bom dia Bernardo,
      Conheço a antologia sim, reúne a produção poética inicial, como “As Mãos e os Frutos”, “Os Amantes Sem Dinheiro”, “As Palavras Interditas”, entre outros, e tem um texto do Eduardo Lourenço de introdução à leitura da obra. Não a tenho, é muito difícil de encontrar. Tenho a antologia “Poesia”, muito mais recente, de 2005, editada pela Fundação Eugénio de Andrade. A maioria dos livros que tenho de Eugénio são edições da FEA.

  4. 9 Bernardo
    Agosto 30, 2011 às 10:25 am

    Posso enviar-lhe um Word, ou PDF, se me der o seu email.

  5. 10 Bernardo
    Agosto 30, 2011 às 10:28 am

    Ah, é verdade: na “minha versão” não pus o texto do Eduardo Lourenço… E acrescentei, dado que era para meu consumo, um texto posterior, “As Mães”

  6. 12 Bernardo
    Agosto 30, 2011 às 11:15 am

    Diga-me se recebeu o pdf: julgo que é capaz de ter acontecido aqui um “acidente de mota” qualquer…


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"Poupar o coração é permitir à morte coroar-se de alegria." Eugénio de Andrade
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“Sobre Eugénio sobra-me em emoção e lágrimas o que escasseia em palavras. Não há claridade que te descreva, meu querido Eugénio. És o meu poeta de ontem e de sempre. Mantinha um desejo secreto de te conhecer um dia, passar uma tarde contigo de manta nas pernas a afagar os gatos que tanto amavas. Em silêncio, sim, pois sempre foi em silêncio que me disseste tudo ao longo destes anos todos em que devorei as tuas palavras. Tu não poupaste o coração e por isso viverás sempre. Não há morte que resista a isso.” Raquel Agra (13/06/2005)

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