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6 anos de Sal da Língua

O Sal da Língua comemora seis anos. Comecei esta aventura  no dia 14 de dezembro de 2007 e nunca mais parei. Com maior ou menor frequência a proposta mantém-se: divulgar a poesia e prosa do poeta português Eugénio de Andrade. Agradeço as mais de 80000 visitas ao longo destes anos e conto com vocês para celebrarmos as palavras de Eugénio e de outros poetas e escritores que tanto enriquecem o nosso património enquanto país. Agradeço também à Biblioteca Municipal do Porto por ter incluído o Sal da Língua na Biblioteca Digital sobre o poeta e agradeço ao blogue/editora Vidráguas, o irmão brasileiro do Sal da Língua, que deu todo o apoio à divulgação do poeta do outro lado do Atlântico.

Em jeito de celebração, aqui fica um retrato de Eugénio de Andrade pintado pelo seu grande amigo e poeta das cores Júlio Resende. Já publiquei alguns dos textos que Eugénio dedicou ao amigo Resende, um dos quais no dia 25 de setembro de 2011 com o título “Resende nosso contemporâneo”.

Um abraço a todos,

Raquel

Eugénio de Andrade por Júlio Resende

Eugénio de Andrade por Júlio Resende

 


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"Poupar o coração é permitir à morte coroar-se de alegria." Eugénio de Andrade
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“Sobre Eugénio sobra-me em emoção e lágrimas o que escasseia em palavras. Não há claridade que te descreva, meu querido Eugénio. És o meu poeta de ontem e de sempre. Mantinha um desejo secreto de te conhecer um dia, passar uma tarde contigo de manta nas pernas a afagar os gatos que tanto amavas. Em silêncio, sim, pois sempre foi em silêncio que me disseste tudo ao longo destes anos todos em que devorei as tuas palavras. Tu não poupaste o coração e por isso viverás sempre. Não há morte que resista a isso.” Raquel Agra (13/06/2005)

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